quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Reflexões de Cinzas da Quarta

Pensava que a cor verde pertencia àqueles de olhos verdes e que eu não tinha direito a ter esta cor como a minha preferida. Pensamentos de crianças, mágicos, punitivos e restritivos. Na minha infância, via os olhos de minha mãe como se fossem verdes e depois, constatei que eram azuis. Talvez seja por isso que eu nem gosto muito de azul, apesar de combinar bem com minha pele. Eu tambem não tenho olhos azuis.
Nestas pequenas construções infantis é que vamos montando nosso quebra-cabeça de preferências, inserções, marginalizações, aceites e rechaços. Sobrou-me o vermelho para preferir e assim segui na vida, intercalando depois com verde, quando num esforço sobre humano, vi que as cores não são propriedades de ninguem, mas ainda necessito aproximar-me mais do azul porque de verdade me cai bem.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A ilha maravilha



São Luiz do Maranhão tem algo de mágico. Refiro-me a uma cidade que exala cultura quando se anda por aquela parte histórica da cidade. Embora os casarões, alguns, não estejam conservados, há na cidade, tanto de dia quanto de noite, uma identidade própria, diferente de Olinda, de Ouro Preto, de Salvador(para falar de cidades históricas brasileiras que conheci). O fato do Maranhão ser estado de transição entre o norte e o nordeste conta também.
Muito em breve, creio que aqueles sobrados que hoje se pode comprar com preço relativamente barato custarão caro. Se eu tivesse grana e morasse lá, compraria um daquele para mim, reformaria todo para residência e me mudaria para lá...
Por outro lado, como toda cidade brasileira, o crescimento para outras áreas se deu de forma muito desordenada. Contrastando com todo o bucolismo, poesia e melancolia lusitana do centro histórico, há aquelas amplas avenidas que albergam arranha-céus de luxo para residência tendo como vizinho de terreno uma loja de automóveis. Restaurantes, adegas e cafés compatíveis com os encontrados nas capitais européias e do outro lado da avenida, uma favela.
A parte moderna de São Luiz existe e se fez para quem tem carro. Ir a qualquer lugar ali é longe e arriscado, determinando assim, a força de quem tem a grana para determinar como as coisas tem que ser. Talvez seja esta a principal diferença que exista entre uma cidade européia e uam cidade brasileira: a ausência total de respeito ao transeunte comum, ao cidadão, ao pedestre.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009



Amigos, estou de volta depois de umas merecidas férias. Venho com esperanças de ter sempre energia para continuar publicando palavras e imagens por aqui.

sábado, 20 de dezembro de 2008

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Tão feias somos quando acordamos de banzo. O espelho é que nos diz...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Ai que delícia de sapato

A sapatada que não acertou....por mais que a gente ache que esteja tudo definitivamente perdido, sempre surge algum redentor!! Ainda que não sirva de nada, só o gesto deixa o recado inequívoco da impopularidade do presidente norte americano.